Web3: Mídia internacional: Três sinais podem aparecer antes do bitcoin retornar aos 100 mil dólares
Segundo avaliações da imprensa internacional, é improvável que o Bitcoin ultrapasse novamente US$ 100 mil de forma repentina e sem sinais prévios. O artigo destaca que fluxos de capital, o desempenho de ativos de refúgio e o ambiente de taxas de juros podem fornecer sinais mais claros antes disso.
A última vez que o Bitcoin ultrapassou US$ 100 mil foi em novembro de 2025. Antes disso, o ativo atingiu o recorde histórico de US$ 126.080 em outubro de 2025 e depois iniciou uma fase de correção. O artigo informa que, desde o final de 2025, as incertezas macroeconômicas e as tensões geopolíticas levaram parte dos recursos a deixarem o mercado cripto.

O fluxo de recursos para ETFs voltará a ser sustentado?
O artigo destaca primeiramente o fluxo de capital em ETFs. Os ETFs de Bitcoin à vista, lançados em 2024, foram considerados uma das principais forças que impulsionaram o ativo a atingir novos recordes em 2025.
No entanto, nos últimos meses, o fluxo de entrada nesses produtos tem sido instável. Segundo os analistas, caso o Bitcoin volte a se aproximar dos US$ 100 mil, é mais provável que o mercado primeiro veja uma retomada do fluxo contínuo para os ETFs, em vez de compras impulsivas de curto prazo.
Queda do ouro pode sinalizar aumento do apetite ao risco
O segundo ponto de observação é o desempenho do ouro e de outros ativos de refúgio. O artigo aponta que o Bitcoin ainda é um ativo de alta volatilidade e risco, e normalmente a alocação nesse tipo de ativo aumenta quando cresce o apetite ao risco dos investidores.
Nessa lógica, se o preço do ouro recuar, isso geralmente indica uma menor demanda por ativos de proteção e uma maior disposição do mercado a assumir riscos. Nesse cenário, o Bitcoin pode conquistar novas compras mais facilmente.
Redução das taxas de juros ainda é variável crucial
O terceiro sinal é a queda nas taxas de juros. O texto observa que a inflação nos Estados Unidos segue acima da meta de 2% do Federal Reserve, o que significa que ainda não houve uma redução significativa das taxas este ano.
De acordo com a análise, o nível das taxas influencia diretamente a disposição dos investidores em assumir riscos. Se a inflação diminuir e elevar as expectativas de cortes nas taxas, é possível que os recursos voltem para ativos de risco, beneficiando também o Bitcoin.
O artigo ressalta ainda que, historicamente, o Bitcoin costuma ser associado a um ciclo de quatro anos, com novas máximas em 2017, 2021 e 2025. No entanto, esta análise está focada não tanto no próprio ciclo de longo prazo, mas sim em saber se o mercado vai apresentar essas três mudanças antes da próxima escalada.

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